LITERATURA INFANTOJUVENIL

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A ÁRVORE QUE VEIO DE LONGE

Jana Bodnárová 

20 páginas

Sinopse: A árvore que veio de longe (20 páginas, Cajuína, 2021) narra a história de um velho – sentado no galho de uma sequoia – que toca flauta de cana e conta a história dessa mesma árvore, que veio de muito longe: uma pequena semente de sequoia foi varrida e carregada por fortes ventos e tempestades de sua terra natal na China até o frio iceberg do Norte, que estava viajando pelos oceanos. A semente posteriormente pousou no continente europeu e foi ajudada pela força do vento e pela força quente do sol. Uma bela árvore de sequoia cresceu desta sementinha, como um milagre, e o “estrangeiro-árvore” passou a ser admirado e recebido calorosamente por todos.

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LITERATURA INFANTOJUVENIL: DIABRURAS, IMAGINAÇÃO E DELEITE, V. 1

Wilbett Oliveira / Rodrigo C. Araujo (Organizadores)

Sinopse: Os leitores deste livro terão contato com boa parte dos resultados já obtidos pelos grupos de pesquisa, pertencentes ao Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil/CNPq ou experiências como docentes em Universidades diversas. Todos eles, de uma forma ou de outra, procuram ampliar o inventário teórico-prático, acerca das modalidades de representação desencadeadas pela Literatura Infantojuvenil na atualidade. A partir de suportes metodológicos interdisciplinares, acham-se integrados os projetos de docentes-pesquisadores atuantes nos programas de diversas instituições brasileiras ou portuguesas. Literatura Infantojuvenil: diabruras, imaginação e deleite pretende dar a sua contribuição significativa, levando a todos os que, de uma forma ou de outra, educadores ou pais, se interessam pelas delícias e diabruras da Literatura Infantojuvenil. Este livro apresenta análise de temas (homossexualidade, ideologia, preconceitos) e análise de textos infantis de autores consagrados quais sejam: Jardins (de Rosena Murray), A maior flor do mundo (de Saramago), Chapeuzinho Amarelo (de Chico Buarque). O Verde Brilha no Poço (de Marina Colasanti), Os Pregadores do Rei João (de Luiz Camargo), João por um Fio (de Roger Mello) e O Guarda-chuva do Vovô (de Carolina Moreyra). Denominador comum: seus autores, pesquisadores da Leitura e da Literatura Infantojuvenil em seus possíveis desdobramentos, acreditam que é possível utilizar o texto literário de qualidade como fonte de prazer e leitura crítica no ensino e em seu cotidiano. Eles, também, são conscientes de que, apesar de muitas campanhas, encontros, simpósios, concursos e de- mais eventos, há muito ainda a fazer no que tange à Leitura e à Literatura infantojuvenil no Brasil.

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LITERATURA INFANTOJUVENIL: LEITURAS E PERSPECTIVAS, V. 1

Teresa Mendas (Organizadora)

 

Sinopse: Os leitores deste livro terão contato com boa parte dos resultados já obtidos pelos grupos de pesquisa, pertencentes ao Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil/CNPq ou experiências como docentes em Universidades diversas. Todos eles, de uma forma ou de outra, procuram ampliar o inventário teórico-prático, acerca das modalidades de representação desencadeadas pela Literatura Infantojuvenil na atualidade. A partir de suportes metodológicos interdisciplinares, acham-se integrados os projetos de docentes-pesquisadores atuantes nos programas de diversas instituições brasileiras ou portuguesas. Literatura Infantojuvenil: diabruras, imaginação e deleite pretende dar a sua contribuição significativa, levando a todos os que, de uma forma ou de outra, educadores ou pais, se interessam pelas delícias e diabruras da Literatura Infantojuvenil. Este livro apresenta análise de temas (homossexualidade, ideologia, preconceitos) e análise de textos infantis de autores consagrados quais sejam: Jardins (de Rosena Murray), A maior flor do mundo (de Saramago), Chapeuzinho Amarelo (de Chico Buarque). O Verde Brilha no Poço (de Marina Colasanti), Os Pregadores do Rei João (de Luiz Camargo), João por um Fio (de Roger Mello) e O Guarda-chuva do Vovô (de Carolina Moreyra). Denominador comum: seus autores, pesquisadores da Leitura e da Literatura Infantojuvenil em seus possíveis desdobramentos, acreditam que é possível utilizar o texto literário de qualidade como fonte de prazer e leitura crítica no ensino e em seu cotidiano. Eles, também, são conscientes de que, apesar de muitas campanhas, encontros, simpósios, concursos e de- mais eventos, há muito ainda a fazer no que tange à Leitura e à Literatura infantojuvenil no Brasil.