ÚLTIMOS LANÇAMENTOS

catálogo.jpg
O porteiro de Macbeth.png

O PORTEIRO DE MACBETH E O REFÚGIO DE MONTAIGNE
Souza, Ricardo Luiz de 

 

Neste livro, o autor analisa os Ensaios de Montaigne em contraponto com as peças de Shakespeare. Cada autor é abordado em sua especificidade, mas serão definidas, igualmente, convergências entre as obras de ambos, pontos de contato e de contraste. Shakespeare e Montaigne foram contemporâneos, o segundo não conheceu o primeiro, mas Shakespeare leu Montaigne. Analisa também a obra de La Boétie, na qual demonstra como o pensamento político do autor definiu, em linhas gerais, o pensamento político de Montaigne, tanto em sua crítica radical do poder estabelecido quanto em sua completa falta de ilusões em relação às intenções e motivos dos poderosos. paradoxalmente, em seu conservadorismo. Finalmente, delineia uma linha de continuidade entre os Ensaios, escritos no final do século XVI, e as obras de La Rochefoucauld e Vauvenargues, escritas no século XVIII. O caráter fragmentário das obras escritas por ambos retoma a estrutura do texto de Montaigne, mas, principalmente, ambos introduzem o ceticismo do autor em um horizonte intelectual dominado pelo Iluminismo, questionando, com isto, as certezas da razão.   

ISBN:  978-65-86270-77-8
eISBN: 978-65-86270-74-7
Preço: R$ 76,00
Capa brochura, 242 páginas
Categoria: Crítica Literária
Literatura Comparada

As formas do mando.png

AS FORMAS DO MANDO: Conformismo e decadência em Graciliano Ramos
Silva, Adriana Furtuoso da

 

As formas do mando analisa duas obras de Graciliano Ramos: Vidas Secas e São Bernardo. Neste livro, o mando é visto como sinônimo de autoridade, comando direto, domínio, ordem, poder e soberania. Segundo a autora, na primeira obra, tem-se o mando abstrato e social, representado por personagens anônimos que fazem parte de uma estrutura social na qual Fabiano se percebe dominado. Esse mando se operacionaliza sob a perspectiva do oprimido e seu aparente conformismo do retirante é subjugado pela sua situação de miséria acentuada pela seca; é animalizado pela sua condição de excluído ante a destituição de bens e de fala; explorado e enganado pelo patrão, bem como é também humilhado em virtude do abuso de autoridade do soldado amarelo, representante de um Estado ausente. Na segunda obra, na visão do opressor, temos um mando personificado por uma figura desprovida de escrúpulos, o ambicioso Paulo Honório, que exerce um domínio sobre tudo e todos que estão a sua volta, inclusive sobre a esposa Madalena. À medida que tal domínio e autoridade diminuem, o personagem é levado a um estágio de decadência. O arcabouço teórico dessa análise compreende as contribuições de Antonio Candido, João Luiz Lafetá, Lourival Holanda, Ana Paula Pacheco, Sônia Brayner, Hermenegildo Bastos, Alfredo Bosi, Luís Bueno entre outros.  

ISBN: 978-65-86270-72-3
Preço: R$ 68,00
Capa brochura, 176 páginas
Categoria: Crítica Literária /
Moderna / Geral

Uma sangria de trevas.png

ISBN: 978-65-86270-66-2
eISBN: 978-65-86270-62-4
Preço: R$ 62,00
Capa brochura, 212 páginas
Categoria: Crítica Literária / 
Crítica Literária / Geral

UMA SANGRIA DE TREVAS: A fraternidade não burguesa em Sagarana, Quarup e outras narrativas brasileiras
Gouveia, Arturo

 

Este livro consiste na apresentação de todo um embasamento teórico sobre a história e a conceituação da fraternidade no mundo ocidental, em duas vertentes: o legado do cristianismo e as concepções políticas do Iluminismo e da Revolução Francesa. Abrange ainda a análise do conto ‘A hora e vez de Augusto Matraga’, de Guimarães Rosa, e do romance Quarup, de Antônio Callado. Em relação ao conto rosiano, uma parte da análise dos pretos velhos que protagonizam a ação fraterna já se encontra no ensaio ‘A fraternidade como exceção’, no livro Da ignomínia à pertença, publicado pela Editora Cajuína em 2021. Trata-se do enfoque de personagens secundários, porém muito importantes no destino do protagonista. O romance calladiano também demonstra ação decisiva de personagens marginais que salvam o herói da violência sofrida por um agente da ditadura militar. Nas duas narrativas, a ação da fraternidade é a negativa da representação de uma violência secular enraizada na vida brasileira. Assim, além da análise literária, o livro mostra o quanto as reflexões sobre a fraternidade, em avanço extraordinário nos últimos anos em vários campos do conhecimento, praticamente em nada têm tocado a teoria da literatura e a crítica.

Da ignomínia Leituras.png

DA IGNOMÍNIA À PERTENÇA
Gouveia, Arturo (Organizador), Caselato, Lygia (Coordenadora)

 

Os nove ensaios reunidos neste livro procuram contribuir com enfoques os mais distintos, desde a categoria analítica ao embasamento teórico. O resultado é uma diversidade muito criativa, sem renúncia a algumas constantes fundamentais, como o privilégio concedido à imanência textual e a segurança na utilização das fontes conceituais e críticas. Isso evita impressionismos e certas leituras sectárias, em prol de cobranças éticas, tão em moda hoje nas Universidades brasileiras. Além de nomes representativos da crítica literária, os estudos dialogam, no campo teórico, com reflexões de Aristóteles, Mikhail Bakhtin, Erich Auerbach, Georg Lukács, Walter Benjamin, Tzvetan Todorov, Paul Ricouer, Carlos Reis e Ana Cristina Lopes, Antoine Compagnon, Northrop Frye, Bóris Tomachevski, Severo Sarduy, além de outros menos conhecidos,como estudiosos da escola italiana de Antonio Baggio.   

ISBN: 978-65-86270-70-9  
eISBN: 978-65-86270-71-6 
Preço: R$ 86,00
Capa brochura, 306 páginas
Categoria: Crítica Literária / Ensaios

DOS (NÃO) LUGARES AOS DIREITOS À DIFERENÇA E À ALTERIDADE: (Des)acuendando narrativas Trans no município de São Borja, RS
Fraga, Lucimary Leiria


Este livro tem como tema central o (não) lugar das Transidentidades. A problemática e a inquietação a serem respondidas, as quais se fundem ao objetivo geral, pautam-se em analisar se os (não) lugares podem se configurar, ao mesmo tempo, como possibilidades de exclusão e emancipação Transidentitária na busca pela afirmação de direitos à diferença e à alteridade. Como resultados da pesquisa, pode-se afirmar que as mulheres Trans ainda vivem em uma sociedade majoritariamente pautada pela heteronormatividade e pela discriminação a todo ser humano que se auto identifica como gênero divergente, haja vista que, diuturnamente, esses indivíduos e grupos sofrem violações físicas e simbólicas, simplesmente por se colocarem no mundo como corpos revolucionários. Ao mesmo passo, por meio das vivências e lutas Trans expressadas por meio das narrativas que deram vida a este trabalho, resta evidente que as mulheres Trans São-borjenses fazem dos não lugares, também territórios de luta e reivindicação Transidentitária, bem como, constroem no corpo um “lugar” no mundo, um manifesto não binário.

Dos direitos à diferença.png

ISBN: 978-65-86270-90-7  
eISBN: 978-65-86270-87-7 
Preço: R$ 78,00
Capa brochura, 220 páginas
Categoria: Ciências Sociais / Estudos LGBT / Estudos Gays

Benzedores.png

BENZEDORES DE SÃO MIGUEL DAS MISSÕES, RS
Silva, Juliani Borchardt da

 

Neste livro, Juliani Borchardt da Silva apresenta a cidade de São Miguel das Missões, RS como uma “terra de benzedores”. Analisa dois aspectos fundamentais que justificam a referida abordagem: primeiro, a cidade denota empiricamente uma grande quantidade de sujeitos que exercem o ofício espiritual da cura e, segundo, há uma autodenominação das gestões municipais em enquadrarem publicitariamente e turisticamen-te a localidade como um espaço de onde emergem muitas pessoas com a referida prática no interior de suas famílias. A hipótese delimitada por esta pesquisa é a de que os sujeitos identificados como benzedores atuantes na comunidade de São Miguel das Missões, RS, possuem sua prática alicerçada a priori em processos memoriais produzidos socialmente, os quais, transmitidos entre gerações, efetivam um ofício tradi-cional que demarca as identidades de seus praticantes e da comunidade em que vivem. 

ISBN: 978-65-86270-76-1  
eISBN 978-65-86270-78-5  
Preço: R$ 140,00
Capa brochura, 464 páginas
Categoria: Ciências Sociais /

Antropologia / Cultural e Social

Cover600.jpg

ISBN: 978-65-86270-13-6
eISBN: 9786586270266 
Preço: R$ 36,00
Capa brochura, 146 páginas
Categoria: Coleções Literárias 
/ Ensaios

A POESIA NA PRECARIEDADE DO EXISTIR
Caselato, Lygia (Organizadora)

 

O mineiro Wilbett Oliveira é um poeta do sintético, do resumido, da poesia do menos. Capta o mundo de forma fragmentária, tirando dele imagens que desconfortam, uma vez que seu eu lírico está sempre alerta diante dos entulhos do tempo. Há, tanto no livro Salmodiar (Opção, 2011) como em Escombros (Opção, 2014), uma tensão entre a palavra e o presente histórico. A palavra no poema está impregnada pelas violências do tempo, pelo mal que se impõe à realidade – por isso “a poesia retira o sal das palavras e das coisas”. A palavra diz das “incertezas”, de “realidades esfaceladas”. A palavra se volta para as “sobras”, para os entulhos mesmo da civilização. Daí, na falta de palavras para expressar os horrores do cotidiano, o poeta dizer cada vez “menos”. Os nossos tempos, como bem é indicado num dos poemas de Escombros, são “descomedidos”. Tempos da “ignorância dos homens”, de “ruas órfãs”. E, portanto, de uma poesia “de contrários”. São essas as imagens que mais chamam a atenção na poética de Wilbett. Uma poética do desconforto que, no entanto, nos atrai pelo poder da expressão – que, sendo do menos, diz mais, sempre mais.    
 

Benjamin e Adorno.png

BENJAMIN & ADORNO: Confrontos
Kothe, Flávio R.

 

O texto do Prof. Kothe configura-se como um campo magnético em que os dois polos são as obras dos dois teóricos alemães. Ao nível das voltagens geradas pela fecundação entre o pensamento de ambos, trava-se a discussão de convergências e divergências [...]. No processo de circunscrever as áreas em que as formulações de um e de outro críticos extrapolam, ou em que se iluminam mutuamente, vai-se estruturando um quadro em que são privilegiadas a figura e a produção de Walter Benjamin, frisando-se sempre o seu papel de originador ou inseminador de uma ampla galáxia conceptual, de aplicação mais específica ao domínio da Estética, mas que cobre, igualmente, múltiplos setores da cultura e da indagação contemporâneas: a Sociologia, a Política, a crítica das ideologias, a Filosofia da religião, a Simbólica (mais no sentido freudiano do que no de Cassirer), a Hermenêutica, a Mitopoética etc.

ISBN: 978-65-86270-23-5
eISBN: 978-65-86270-36-5 
Preço: R$ 120,00
Capa brochura, 390 páginas
Categoria: Filosofia / Filosofia / Geral

57790.png

ISBN: 978-65-86270-45-7
eISBN: 978-65-86270-58-7
Preço: R$ 48,00
Capa brochura, 20 páginas
Categoria: Ficção Infantil /
Ação e Aventura / Geral

A ÁRVORE QUE VEIO DE LONGE
Bodnárová, Jana
Ilustração: Vančo, Bystrík 
Tradução: Motta, Waldo

 

Um velho – sentado no galho de uma sequoia – toca flauta de cana e conta a história da mesma árvore, que veio de muito longe: uma pequena semente de sequoia foi varrida e carregada por fortes ventos e tempestades de sua terra natal na China até o frio iceberg do Norte, que estava viajando pelos oceanos. A semente posteriormente pousou no continente europeu e foi ajudada pela força do vento e pela força quente do sol. Uma bela árvore de sequoia cresceu desta sementinha, como um milagre. O “estrangeiro-árvore” passou a ser admirado e recebido calorosamente por todos.

LO QUE VI EN EL LAGO_COVER.jpg

ISBN: 978-65-86270-73-0
Preço: R$ 64,00
Capa brochura, 48 páginas
Categoria: Ficção Infantil /
Ação e Aventura / Geral

LO QUE VI EN EL LAGO

Bodnárová, Jana
Ilustrador: Bartusz, Juraj
Tradutor: Gonzalo, Patrícia

No cenário mágico de um lago famoso, o Lago Starnberger, uma sereia, cães, patos, peixes, lebres e seres humanos povoam narrativas curtas, poéticas, que encantam e divertem crianças de qualquer idade, tanto pela singeleza das estórias, quanto pelo ludismo e elegância da linguagem.    

Infantojuvenil Teresa.png

LITERATURA INFANTOJUVENIL: Leituras e perspectivas
Mendes, Teresa  (Organizadora)

Literatura infantojuvenil: leituras e perspectivas, organizadora pela professor do IPT dePortugal Dra. Teresa Mendes, reúne textos que oscilam entre a mediação de leitura na escola e a análise estético-literária. Diante da riqueza de problematizações relacionadas não só à Literatura Infantil e Juvenil e à sua conformação, mas também à mediação com vistas à formação do leitor em sua fase inicial de literacia, este livro de Teresa Mendes mostra-se como uma valiosa contribuição para as áreas de Letras e de Educação, tanto pelo que diz respeito às pesquisas que ali se engendram, tanto por aquilo que concerne ao aperfeiçoamento de mediadores de leitura cônscios dos mecanismos de sensibilização e de desenvolvimento do leitor em início de formação. É, portanto, leitura obrigatória para os amantes dos livros que se sentem responsáveis pela continuidade do envolvimento de novos leitores, seres humanos mais sensíveis e empáticos em suas relações na sociedade.    

ISBN: 978-85-54150-64-8 
eISBN: 978-65-86270-08-2 
Preço: R$ 62,00
Capa brochura, 172 páginas
Categoria: Não Ficção Juvenil

A (IN)VISÍVEL PRESENÇA DO SER
Sousa, Tiago de Jesus

 

Paul Cézanne, um dos maiores pintores modernos, chamado por Pablo Picasso de «O Grande Mestre», é tomado nesse livro como a referência fundamental de ruptura com a arte, a ciência e a filosofia clássicas. O livro descreve como Maurice Merleau-Ponty vê na obra do pintor uma possibilidade de superação de uma filosofia que não leva em consideração o contato primordial com o mundo e o transforma em pensamento. Cézanne habita o mundo e faz parte dele, por isso não precisa pensá-lo para pintar, mas apenas vivê-lo. A construção da expressão na tela é realizada por Cézanne por meio de uma promiscuidade entre o visível e o invisível que possibilita, por um ato criador, a experiência do Ser enquanto presença. 

Invisivel presença do ser.png

ISBN: 978-65-86270-29-7  
eISBN: 978-65-86270-24-2  
Preço: R$ 42,00
Capa brochura, 130 páginas
Categoria: Filosofia / Filosofia

Canone.png

O CÂNONE COLONIAL
Kothe, Flávio R.

 

Em O Cânone Colonial, Flávio Kothe faz a desconstrução do cânone literário brasileiro do período colonial, a fim de decifrar a mentalidade colonizada que impera no país. Para superar a doutrinação ideológica vigente que só reconsagra o já consagrado, tem-se um distanciamento crítico que permite pensar as obras para lá do horizonte da exegese canonizante e assim discernir a ossatura do sistema vigente. Cada texto canônico é o índice de um problema que o transcende, um signo que, com os demais, vai formar, na correlação com eles e com espaços vazios, uma sentença, uma intenção judicativa, que precisa se decifrada como um palimpsesto para liberar a razão crítica. Essa ruptura provoca reações e resistências, ela se apresenta em forma de análises textuais e argumentos lógicos. Subjacente ao cânone busca-se o conteúdo latente do que nele está manifesto e consagrado. Do literário se origina a hermenêutica filosófica, uma reflexão crítica que passa pelos textos e vai além deles. A ciência do cânone exige consciência do que nele não está, do que foi deixado fora como parte que o integra por negação para se captar o sentido ao que nele se divulga. Ela se torna imaginação crítica. Este livro é mais que um estudo literário: a reflexão sobre a formação e estrutura da mente colonizada e autoritária.    

ISBN: 978-85-54150-65-5 
eISBN: 978-65-86270-07-5  
Preço: R$ 110,00
Capa brochura, 460 páginas
Categoria: Crítica Literária /
Crítica Literária 

002.png

KU + 33 OUTROS TRENS
Freitas, J. B. Souza 

 

A versatilidade de José Benedito de Souza Freitas, rara em nossa literatura, produz poemetos sabor tutti-frutti, com suas aliterações, assonâncias e rimas. Os contos relâmpagos e os “causus” vividos e sofridos, alguns deles, assemelham-se a aventuras oníricas por não parecer coisa do mundo real. No final, quando o antirromance deságua no oceano e se choca com as ondas da maré-alta, o cronista já não é mais o “poeta” cordial e iluminado. Abandona o José e o Benedito. Assume de vez a identidade JB de Souza Freitas e esquece as epifanias tropicais. Torna-se um sujeito enfezado e intranquilo que utiliza o nonsense, a ironia e o protesto como armas. A irreverência aprofunda-se com a idade. Ele parece berrar como um alemão da Pomerânia: “É tudo die alte scheisse! ” (a mesma merda). A leitura chega ao fim e sentimos que o livro não acabou. Fica a sensação de que sobram infâmias a fustigar.  

ISBN: 978-85-54150-67-9 
eISBN: 978-65-86270-02-0
Preço: R$ 36,00
Capa brochura, 148 páginas
Categoria: Ficção / Contos

DESPALAVRARES_COVER.jpg

ISBN 978-65-86270-63-1
Preço: R$ 18,00
Capa brochura, 74 páginas
Categoria: Poesia / Poesia / Geral

DESPALAVRARES
Oliveira, Wilbett 

 

Despalavrares, de Wilbett Oliveira, é um livro de poemas que chama a atenção por algumas proposições inesperadas. Percebe-se logo o uso incomum de vocábulos, desde o título: formado a partir de um prefixo não previsto no radical de “palavra”, mas também o plural de “ar” (“ares”), que impõe a ambiguidade entre sufixo e/ou plural de terminação de verbo em primeira conjugação, convertido em substantivo. Esse recurso se torna recorrente em todo o texto; do ponto de vista visual, a quebra da palavra-motivo do texto em “des” e “res” abre ao leitor a possibilidade de leituras adversas.   

Livro na mão.jpg

ISBN: 978-65-86270-10-5 
eISBN: 978-65-86270-12-9 
Preço: R$ 56,00
Capa brochura, 250 páginas
Categoria: Coleções Literárias / Ensaios

DO GESPENST-HOFFMANN AO BRUXO DO COSME VELHO

Fernandes, Marcos Túlio 

O presente livro de Marcos Túlio Fernandes sobre o desembarque do conto fantástico de Hoffmann no Brasil e sua apropriação por Machado de Assis é resultado das pesquisas iniciadas no mestrado e concluídas no seu doutorado realizadas na linha “Literatura, Cultura e Tradução” do Programa de Pós-graduação em Letras (PPGL) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). É um mosaico importante para fechar uma dessas lacunas e contribui para reler, na base da metodologia das transferências culturais, um momento importante da memória estrangeira da literatura brasileira em novas contextualizações.

Infantojuvenil Wilbett.png

LITERATURA INFANTOJUVENIL: Diabruras, imaginação e deleite
Oliveira, Wilbett (Organizador), Araújo, Rodrigo da Costa (Organizadores)

Este livro apresenta análise de temas (homossexualidade, ideologia, preconceitos) e análise de textos infantis de autores consagrados quais sejam: Jardins (de Rosena Murray);
A maior flor do mundo (de Saramago); 
Chapeuzinho Amarelo (de Chico Buarque);
O Verde Brilha no Poço (de Marina Colasanti); 
Os Pregadores do Rei João (de Luiz Camargo);, 
João por um Fio (de Roger Mello); 
O Guarda-chuva do Vovô (de Carolina Moreyra).
Seus autores, pesquisadores da Leitura e da Literatura Infantojuvenil, em seus possíveis desdobramentos, acreditam que é possível utilizar o texto literário de qualidade como fonte de prazer e leitura crítica no ensino e em seu cotidiano. Eles, também, são conscientes de que, apesar de muitas campanhas, encontros, simpósios, concursos e de mais eventos, há muito ainda a ser analisado no que se refere à leitura e à literatura infantojuvenil no Brasil.    

ISBN: 978-85-8305-153-4
eISBN:  9786586270013 
Preço: R$ 68,00
2ª edição, capa brochura
264 páginas
Categoria: Ficção Infantil / Ficção Infantil

ESTUDOS DE LINGUAGEM2_COVER.jpg

ISBN: 978-85-93447-25-9
2021
222 páginas
Preço: R$ 78,00
Língua portuguesa/Linguística

PEQUENOS ESTUDOS DE LINGUA(GEM)
Carvalho, José Augusto

 

O que é analogia? O que é pleonasmo obrigatório? Qual a diferença entre pátrio e gentílico? Por que dizemos campi para o plural de campus e não dizemos boni para o plural de bônus? Por que não escrever câmpus, como palavra invariável, como reles, lápis, simples, pires, por exemplo? Por que a língua portuguesa está tão desprestigiada? Que diferenças existem entre a flexão e a derivação? Qual é a origem da continência militar? Por que a entoação é esquecida até mesmo nos estudos de fonologia? A essas e a outras perguntas, como o que seja uma sobresdrúxula ou um properispômeno, este livro pretende responder, numa linguagem descontraída, num estilo coloquial distenso, em que até palavras difíceis, típicas da ciência linguística, se explicam de maneira clara e objetiva. Também aqui se denunciam “fantasmas” gramaticais, regras apresentadas por gramáticos ansiosos por firmar uma jurisprudência em matéria de língua, sem o devido respaldo científico, além de atitudes que agridem oficialmente a norma gramatical, como, por exemplo, a recusa em pluralizar adequadamente nomes de tribos indígenas sem origem vernácula. Aqui o leitor encontrará também, além da diferença entre o gerúndio (que já foi objeto de “expulsão” da gramática portuguesa) e o gerundismo, com uma pequena bibliografia a respeito, um estudo sobre a necessidade de se respeitar o paralelismo de construção, para evitar ambiguidades ou tropeços sintáticos.

catálogo20.jpg