LANÇAMENTOS

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FAVELA STORIES

Silas Corrêa Leite

2022, 100 p.

Sinopse: "Favela Stories" é uma soma de recolhes pontuais de historietas inusitadas, como drops de achados e perdidos, narrativas de fatos datados que vão de hilários a absurdos, de tristes a realistas, tematizando identidades e carências sempre vinculadas a situações cotidianas de comunidades carentes escolares da periferia S/A da maior cidade da América do Sul, São Paulo, uma capital de contrastes sociais, de lucros impunes, de riquezas injustas; uma megalópole ou "Panamérica de Áfricas utópicas", como cantou Caetano Veloso, na música Sampa. Estes fragmentos de história oral, coletados pelo autor durante os vinte e dois anos em que trabalhou como professor de Geografia e História nessas comunidades, são um testemunho de sua época, e de um espaço, tempo e lugar em que ouviu, vivenciou e "escreviveu" como um historiador ou, como preconizou Ezra Pound, um escritor antena de sua época.

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SÁTIRA, AMOR, POBREZA E ANATOMIA DA ALUSÃO

Arturo Gouveia [ Organizador ]

2022, 129 p.

Sinopse: Neste livro estão reunidos um ensaio teórico sobre a sátira e três ensaios críticos sobre as seguintes obras da literatura brasileira: o conto "O búfalo", de Clarice Lispector, "Zaíta esqueceu de guardar os brinquedos", de Conceição Evaristo, e "O Alienista", de Machado de Assis. O organizador deste volume, Arturo Gouveia, atenta para a diferença entre teoria e a crítica, uma vez que a primeira busca o universal, o conceito, o geral, enquanto a segunda busca o particular, o objeto, o específico. Nesse sentido, deve-se observar o caráter intransferível de cada uma dessas iniciativas ensaísticas, pois "a combinação de objeto de estudo, categoria analítica e fundamentação teórica constitui uma unidade de abordagem cujos achados pertencem unicamente à imanência de cada texto".

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DOSTOIÉVSKI: o mal e a culpa

Ricardo Luiz de Souza

2022, 182 p.

Sinopse: O mal, a culpa, o sofrimento, a piedade, a salvação, a fé, o ateísmo e o poder encontram-se presentes de forma obsessiva na obra de Dostoiévski. Em Dostoiévski: o mal e a culpa, Ricardo Luiz de Souza apresenta e discute o pensamento do autor a partir destes e de outros temas. É feita uma análise deste pensamento, o que significa que o presente texto se filia antes de tudo à história das ideias, não sendo, especificamente, um exercício de crítica literária. Trata-se, evidentemente, de Dostoiévski enquanto escritor, mas, também, e primordialmente, de Dostoievski enquanto pensador, com ambas as dimensões não podendo ser dissociadas.

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AUGUSTO DOS ANJOS:

da imanência estética aos diálogos transcendentes

Fábio de Sousa Dantas

2022, 304  p.

Sinopse: Neste livro, Fábio Dantas estabelece diálogos entre a estética (forma) e o contexto, na tentativa de reconhecer as representações históricas, sociais, políticas, filosóficas, bem como de outros textos ou de outras manifestações artísticas que convirem, para que se compreenda a densidade poética da obra de Augusto dos Anjos. Através da contínua verificação da fortuna crítica deste poeta paraibano, reconhecido como um dos mais originais do Brasil, desenvolvem-se profícuas leituras e análises de seus textos poéticos, selecionados a partir das relevâncias estéticas e temáticas, com o intuito de tornar o professor-pesquisador apto a trabalhar, em sala, munido do texto literário como uma genuína manifestação artístico-cultural, que pode dialogar intensamente com a realidade dos jovens alunos.

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LEITURAS DE TEXTOS LITERÁRIOS:

Wilbett Oliveira

2022, 78 p.

Sinopse: Wilbett Oliveira apresenta neste livro ensaios sobre renomadas obras da literatura brasileira como Auto da Compadecida, de Ariano Suassua, A rosa do Povo, de Carlos Drummond de Andrade, e do texto infantil O verde brilha no poço, de Marina Colasanti. Analisa também o conto A roupa, da contista mineira Maria Lysia Correa de Araújo, e o livro de poesias Punhal a língua, do poeta Abrahão Costa Andrade.

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USINAS HIDRELÉTRICAS E CENTRAIS ELÉTRICAS A DIESEL:

Exercícios Práticos e Comentados

Djalma Caselato

2022, 282  p.

Sinopse: Com exercícios e métodos de cálculo extraídos de situações recorrentes na prática profissional, este livro é uma contribuição para ampliar as práticas de aquisição do conhecimento sobre a Engenharia de projeto de usinas hidrelétricas e termoelétricas.

Exercícios resolvidos ilustram uma síntese teórica, elaborada para orientar a resolução dos exercícios propostos, apresentados no final de cada capítulo, e cujas respostas encontram-se

no final do livro.

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SOPHIE E OS CERVOS

Haron Gamal

2022, 304  p.

Sinopse: Neste romance o narrador passeia pelas ruas do Rio de Janeiro e de Paris, enquanto discute com seus amigos e recém-conhecidos sobre a possibilidade de haver uma fórmula
infalível para o convencimento. Em meio à leitura de autores do passado, do presente e da vivência cotidiana na qual nos insere de forma quase viva, suas reflexões se desdobram da
literatura para a filosofia, transitando de uma possível função desta arte feita de palavras à plena beleza, método que, talvez, seja capaz de fornecer a verdadeira chave para o que procura. Voltando-se novamente sobre a realidade, o narrador insinua que o próprio livro em nossas mãos fornece a experiência necessária para tal empreitada.

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O PORTEIRO DE MACBETH E O REFÚGIO DE MONTAIGNE

Ricardo Luiz de Souza
2021, 242  p.

Sinopse: Neste livro, o autor analisa os Ensaios de Montaigne em contraponto com as peças de Shakespeare. Cada autor é abordado em sua especificidade, mas serão definidas, igualmente, convergências entre as obras de ambos, pontos de contato e de contraste. Shakespeare e Montaigne foram contemporâneos, o segundo não conheceu o primeiro, mas Shakespeare leu Montaigne. O autor analisa também a obra de La Boétie, na qual demonstra como o pensamento político do autor definiu, em linhas gerais, o pensamento político de Montaigne, tanto em sua crítica radical do poder estabelecido quanto em sua completa falta de ilusões em relação às intenções e motivos dos poderosos. Paradoxalmente, em seu conservadorismo, finalmente estabelece uma linha de continuidade entre os Ensaios, escritos no final do século XVI, e as obras de La Rochefoucauld e Vauvenargues, escritas no século XVIII. O caráter fragmentário das obras escritas por ambos retoma a estrutura do texto de Montaigne, mas, principalmente, ambos introduzem o ceticismo do autor em um horizonte intelectual dominado pelo Iluminismo, questionando, com isto, as certezas da razão.

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UMA SANGRIA DE TREVAS: A fraternidade não buguesa em Sagarana, Quarup e outras narrativas brasileiras

Arturo Gouveia
2021, 212 p.

Sinopse: Este livro consiste na apresentação de todo um embasamento teórico sobre a história e a conceituação da fraternidade no mundo ocidental, em duas vertentes: o legado do cristianismo e as concepções políticas do Iluminismo e da Revolução Francesa. Abrange ainda a análise do conto "A hora e vez de Augusto Matraga", de Guimarães Rosa, e do romance Quarup, de Antônio Callado. Em relação ao conto rosiano, uma parte da análise dos pretos velhos que protagonizam a ação fraterna já se encontra no ensaio "A fraternidade como exceção", no livro Da ignomínia à pertença (Editora Cajuína, 2021). Trata-se do enfoque de personagens secundários, porém muito importantes no destino do protagonista. O romance calladiano também demonstra ação decisiva de personagens marginais que salvam o herói da violência sofrida por um agente da ditadura...

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BENZEDORES DE SÃO MIGUEL DAS MISSÕES, RS: A construção de suas identidades a partir de memórias e tradições

Juliani Borchardt da Silva

2021, 464  p.

Sinopse: Juliani Borchardt da Silva apresenta a cidade de São Miguel das Missões, RS como uma “terra de benzedores”. Analisa dois aspectos fundamentais que justificam a referida abordagem: primeiro, a cidade denota empiricamente uma grande quantidade de sujeitos que exercem o ofício espiritual da cura e, segundo, há uma autodenominação das gestões municipais em enquadrarem publicitariamente e turisticamente a localidade como um espaço de onde emergem muitas pessoas com a referida prática no interior de suas famílias. A hipótese delimitada por esta pesquisa é a de que os sujeitos identificados como benzedores possuem sua prática alicerçada a priori em processos memoriais produzidos socialmente, os quais, transmitidos entre gerações, efetivam um ofício tradicional que demarca as identidades de seus praticantes e da comunidade em que vivem.

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AS FORMAS DO MANDO:

conformismo e decadência em Graciliano Ramos

Adriana Furtuoso da Silva

ISBN: 9786586270723

1ª. ed. 2021, 176 p.

Neste livro a autora analisa duas obras de Graciliano Ramos: Vidas Secas e São Bernardo. O mando é visto como sinônimo de autoridade, comando direto, domínio, ordem, poder e soberania. Na primeira obra, tem-se o mando abstrato e social. Esse mando se operacionaliza sob a perspectiva do oprimido e seu aparente conformismo do retirante é subjugado pela sua situação de miséria acentuada pela seca; é animalizado pela sua condição de excluído ante a destituição de bens e de fala; explorado e enganado pelo  patrão, bem como é também humilhado em virtude do abuso de autoridade do soldado amarelo, representante de um Estado ausente. Na segunda obra, na visão do opressor, tem-se um mando personificado por uma figura desprovida de escrúpulos, que exerce um domínio sobre tudo e todos que estão a sua volta, inclusive sobre a esposa. À medida que tal domínio e autoridade diminuem, porém, o personagem é levado a um estágio de decadência. 

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Sinopse: Este livro tem como tema central o (não) lugar das Transidentidades. A problemática e a inquietação a serem respondidas, as quais se fundem ao objetivo geral, pautam-se em analisar se os (não) lugares podem se configurar, ao mesmo tempo, como possibilidades de exclusão e emancipação Transidentitária na busca pela afirmação de direitos à diferença e à alteridade. Como resultados da pesquisa, pode-se afirmar que as mulheres Trans ainda vivem em uma sociedade majoritariamente pautada pela heteronormatividade e pela discriminação a todo ser humano que se auto identifica como gênero divergente, haja vista que, diuturnamente, esses indivíduos e grupos sofrem violações físicas e simbólicas, simplesmente por se colocarem no mundo como corpos revolucionários. Ao mesmo passo, por meio das vivências e lutas Trans expressadas por meio das narrativas que deram vida a este trabalho, resta evidente que as mulheres Trans São-borjenses fazem dos não lugares, também territórios de luta e reivindicação Transidentitária, bem como, constroem no corpo um "lugar" no mundo, um manifesto não binário.  

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