BENJAMIN & ADORNO: CONFRONTOS

Flávio R. Kothe

 

Sinopse: O texto do Prof. Kothe configura-se como um campo magnético em que os dois polos são as obras dos dois teóricos alemães. Ao nível das voltagens geradas pela fecundação entre o pensamento de ambos, trava-se a discussão de convergências e divergências [...]. No processo de circunscrever as áreas em que as formulações de um e de outro críticos extrapolam, ou em que se iluminam mutuamente, vai-se estruturando um quadro em que são privilegiadas a figura e a produção de Walter Benjamin, frisando-se sempre o seu papel de originador ou inseminador de uma ampla galáxia conceptual, de aplicação mais específica ao domínio da Estética, mas que cobre, igualmente, múltiplos setores da cultura e da indagação contemporâneas: a Sociologia, a Política, a crítica das ideologias, a Filosofia da religião, a Simbólica (mais no sentido freudiano do que no de Cassirer), a Hermenêutica, a Mitopoética etc.

Arquiterura e poesia no sistema das arte
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ARQUITETURA E POESIA NO SISTEMA DAS ARTES

Erinaldo de Oliveira Sales

ISBN (Impresso) 978-65-86270-46-4
ISBN (Epub) 978-65-86270-47-1
ISBN (PDF) 978-65-86270-48-8
DOI 10.26893/arpoe/eos2020

Sinopse: Neste livro, o autor analisa a situação da arquitetura e da poesia no âmbito das chamadas belas-artes a partir das considerações de três filósofos alemães: Immanuel Kant, Georg W. F. Hegel e Arthur Schopenhauer. Faz um percurso histórico sobre o desenvolvimento das belas-artes, a partir do mundo grego antigo, até culminar na filosofia alemã do século XVIII. Busca-se uma tentativa de entendimento de o porquê a poesia estar sempre numa posição elevada dentro da hierarquia do sistema das artes e a arquitetura figurar sempre na base dessa hierarquia.

LITERATURA INFANTOJUVENIL: LEITURAS E PERSPECTIVAS 2

Teresa Mendes
 

Sinopse: os ensaios que compõem este segundo volume de Literatura Infanto-juvenil: leituras e perspectivas, organizada pela professora Teresa Mendes (Instituto Politécnico de Portalegre, Portugal) servirão como aportes teóricos e práticos  tanto para educadores quanto para pais e mediadores de leitura nas séries iniciais, pois permitem saber sobre as práticas e as atividades com leitores nas séries iniciais desenvolvidas no âmbito da sala de aula e também no âmbito familiar, pois apresentam atividades e resultados eficientes das práticas realizadas em sala de aula, sempre tendo a preocupação de tornar o educando   sujeito do processo de leitura e desenvolvimento cognitivo.

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EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: DIÁLOGOS TEÓRICOS

E METODOLÓGICOS

Niusarte Virgínia Pinheiro

Silvia Swain Canôas

Lais Couy

Greyd Cardoso Mattos

[Organizadoras]

Sinopse: Esta coletânea resulta dos cinco eventos promovidos pelo Grupo de estudos e Pesquisas em Educação Matemática – GEPEMA/UFVJM, em parceria com o Curso de Licenciatura em Matemática e colaboradores.  A fim de manter viva a memória do evento, foram convidados os professores colaboradores que participaram dessa história, para contribuir com seus trabalhos de pesquisa.

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NAS ASAS DO SERTÃO

Josina Nunes Drummond

Sinopse: Nas asas do sertão, não tem pretensões extemporâneas de Regionalismo. Trata-se de um relato de histórias avoengas, baseadas em "causos" contados por familiares idosos, oriundos do "Brasil profundo". A temática é, portanto, circunstancial. Caso tivesse sido criada em uma metrópole, provavelmente meus escritos tenderiam para a ambientação urbana. Apesar do avanço das ciências e da tecnologia, o ser humano continua o mesmo a remoer medos, fracassos, ciúmes, desamores...a regozijar-se de conquistas, de venturas fugazes e de grandes paixões. Nesta obra, em particular, sertão se traduz em espaço, personagens e estilo pessoal. O cenário revisitado por Jô é povoado por sertanejos que se relacionam harmoniosamente com os demais elementos das narrativas breves. O efeito dessa sintonia é a imediata integração do leitor com o universo recriado pela magia da Literatura. Ressalte-se, contudo, que os personagens representam o ponto alto das fábulas. É sobre eles que a autora escreve.

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KU + 33 OUTROS TRENS

J. B. Souza Freitas

Sinopse: A versatilidade de José Benedito de Souza Freitas, rara em nossa literatura, produz poemetos sabor tutti-frutti, com suas aliterações, assonâncias e rimas. Os contos relâmpagos e os "causus" vividos e sofridos, alguns deles, assemelham-se a aventuras oníricas por não parecer coisa do mundo real. No final, quando o antirromance deságua no oceano e se choca com as ondas da maré-alta, o cronista já não é mais o "poeta" cordial e iluminado. Abandona o José e o Benedito. Assume de vez a identidade JB de Souza Freitas e esquece as epifanias tropicais. Torna-se um sujeito enfezado e intranquilo que utiliza o nonsense, a ironia e o protesto como armas. A irreverência aprofunda-se com a idade. Ele parece berrar como um alemão da Pomerânia: "É tudo die alte scheisse! " (a mesma merda). A leitura chega ao fim e sentimos que o livro não acabou. Fica a sensação de que sobram infâmias a fustigar.

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DO GESPENST-HOFFMANN AO BRUXO DO COSME VELHO

Marcos Túlio Fernandes

Sinopse: Neste livro, Marcos Túlio Fernandes demonstra como o fantástico de Machado de Assis se fez adequado às condições editoriais que muitas vezes o reprimiam, sendo não apenas um bem cultural, mas também um desejo dos leitores e, portanto, objeto de consumo, elaborado em conformidade com as dinâmicas oitocentistas. Publicados em sua grande maioria em Jornais e Revistas femininos, o fantástico machadiano, "à la Hoffmann" ou pós a voga do conto hoffmanniano, é exemplo de que nenhum escritor está à frente de seu tempo, pois que suas práticas discursivas decorrem de sua relação com tempo de produção e com espaço de circulação da obra. O autor desse livro contribui significativamente com uma investigação que desmantela o sentido de que a obra deve ser lida apenas de forma imanente, pois já não é mais possível compreender o conto fantástico de Machado de Assis, produzido e publicado no século XIX.

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A INVISÍVEL PRESENÇA DO SER: DIÁLOGOS ENTRE CÉZANNE E MERLEAU-PONTY

Tiago Jesus de Sousa

Sinopse: Paul Cézanne, um dos maiores pintores modernos, chamado por Pablo Picasso de «O Grande Mestre», é tomado nesse livro como a referência fundamental de ruptura com a arte, a ciência e a filosofia clássicas. O livro descreve como Maurice Merleau-Ponty vê na obra do pintor uma possibilidade de superação de uma filosofia que não leva em consideração o contato primordial com o mundo e o transforma em pensamento. Cézanne habita o mundo e faz parte dele, por isso não precisa pensá-lo para pintar, mas apenas vivê-lo. A construção da expressão na tela é realizada por Cézanne por meio de uma promiscuidade entre o visível e o invisível que possibilita, por um ato criador, a experiência do Ser enquanto presença.

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